Mais Dicas de Vídeos e Outros Materiais sobre Asperger e Autismo

oPrograma de TV


Gravação no YouTube do Programa Papo de Mãe, da TV Cultura, especial sobre a Síndrome de Asperger – o programa, embora menos “técnico”, traz muitas informações úteis, mães falando da síndrome em seus filhos, as crianças estão presentes no programa e há participação de duas especialistas no assunto, uma neuropediatra e uma psiquiatra infantil. Acesse aqui.

 

Artigo


Texto: “O que o professor precisa saber sobre autismo” – Esse material é uma lista muito útil e prática de dicas para professores que tenham alunos no espectro do autismo. Fica a dica de levar esse texto impresso, já com as partes mais importantes e que mais tenham a ver com o seu filho assinaladas, para uma reunião com a escola/professor, a fim de provê-los com informação objetiva sobre como lidar com essas crianças no ambiente escolar. O texto tem alguns lapsos de redação, talvez fruto de alguma tradução equivocada, enfim, mas o conteúdo é excelente. Acesse aqui.

 

Filmes


Mary e Max – Uma Amizade Diferente – na verdade, não é um filme e sim uma animação, mas definitivamente não é para crianças. Mary é uma menina solitária que vive na Austrália e, graças ao destino, torna-se amiga de correspondência com um homem de meia idade chamado Max, que vive em Nova Iorque e tem síndrome de Asperger. Super indicado! Versão Dublada – Acesse aqui

 

Adam – com Rose Byrne e Hugh Dancy – É a história de um casal que se apaixona e ele tem Asperger. A única opção online disponível atualmente é o trailer em inglês, sem legendas, mas fica a dica.

 

Meu filho, meu mundo – é um filme antigo, tem versão completa legendada disponível online, mas o áudio é muito baixo, é preciso aumentar bastante o volume para assistir. O filme trata de autismo clássico, não de Asperger, mas mostra um pouco da realidade do lado mais comprometido do espectro do autismo, lembrando que sempre existem pontos em comum entre todos os que estejam no espectro, independentemente do grau de autismo. O final traz uma resolução “hollywoodiana” com final feliz que, infelizmente, não condiz com o que acontece na realidade, mas mesmo assim é um filme muito bom. Acesse aqui.

 

Mentes que Brilham (Little Man Tate), com Jodie Foster – é a história de um menino de 7 anos, altamente superdotado, com traços de Asperger.

Para o trailer oficial em inglês, acesse aqui. Observações: há cenas muito mais significativas nessa versão, inclusive uma em que ninguém aparece para a festa de aniversário dele e outra em que ele não brinca no meio das outras crianças. No filme, o enredo traz uma mulher que é diretora de um centro especializado em superdotação, e ela se interessa em ajudá-lo.

Para o trailer dublado, acesse aqui.

 

Séries


The Big Bang Theory – O personagem Sheldon Cooper tem síndrome de Asperger. A série é feita em tom de comédia, então, obviamente, muitos traços são distorcidos e exagerados para que se atinja o objetivo do humor, mas, apesar do perfil estereotipado de Sheldon, há muitas coisas de realmente têm a ver com o perfil real do adulto com Asperger. Acesse aqui e aqui.

 

Outros links


Alex – Rapaz com Asperger explicando como vê o mundo – É um vídeo muito interessante, que ficou famoso no mundo Asperger, mas não encontrei uma versão legendada ou dublada. No entanto, vou ao menos comentar sobre pontos interessantes e acredito que valha a pena acessar para ver um jovem com Asperger e suas expressões faciais ao falar de si mesmo e acompanhar algumas imagens, como uma no minuto 0:28 do vídeo, em que ele mostra um bonequinho azul, representando as pessoas com autismo, e outro bonequinho vermelho, representando as pessoas sem autismo, e ele diz que ter Asperger, para ele, é como ver-se no meio: metade neurotípico (sem autismo), metade com autismo; ele diz “I’m in the middle.” (“Eu estou no meio.”). Ao longo do vídeo, ele faz outras colocações similares, como quando ele mostra uma árvore que representa o ambiente (minuto 6:45), e um bonequinho que representa as pessoas, e diz que ele se comunica com ambos, mas pela metade, cortando os desenhos para ilustrar isso. E há outro momento do vídeo (minuto 2:26) em que ele ilustra um grupo de pessoas azuis (com autismo) e outro grupo de pessoas vermelhas (sem autismo) e põe uma única pessoa verde no meio dos dois grupos, representando a si próprio, ou a pessoa com Asperger e, então, diz que é assim que se sente: “não tendo um grupo a que pertencer” e, logo depois, mostra um único homenzinho azul sozinho, representando como se sente no mundo, quando diz “I don’t have anyone.” (“Eu não tenho ninguém”). Por fim, ele mostra uma injeção, que é quando ele diz que se houvesse um antídoto para curar Asperger, ele não tomaria (nesse momento, ele corta o desenho da injeção), pois não quer se livrar do que o faz ser quem ele é. Acesse aqui.

 

Link para o meu outro post sobre dicas de vídeos com o neuropediatra Dr. Clay Brites, aqui.

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